Paramirinhense vive os transtornos do furacão Matthew

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Paramirinhense vive os transtornos do furacão Matthew

Quando se trata de arrepios da natureza, a sociedade nada pode fazer senão prevenir a população para se resguardar de seus efeitos, uma vez que as suas causas e interrupções não dependem do ser humano.

Foi isto que as autoridades dos EUA se prontificaram a fazer diante da aproximação do furacão Matthew, que assolou a costa de algumas cidades americanas neste final de semana. Manter a calma, estocar gêneros de primeira necessidade e permanecer dentro de suas casas o tempo que fosse necessário para se proteger dos perigos, eis as palavras de ordem.

Dessa forma, a passagem do Matthew pela costa sul dos EUA não trouxe consequências piores como aconteceu no Haiti e nas fronteiras da Colômbia e Venezuela onde cerca de 25 pessoas perderam a vida desde que o mesmo se formou em fins de setembro, conforme foi divulgado.

Anunciada com bastante antecedência e classificada na escala Fujita como de proporções catastróficas na categoria 4, a potente tempestade varreu a costa da Flórida da noite de quinta-feira (06) até às 06:00h da manhã do último sábado, causando em todo o Estado 05 mortes e enormes prejuízos materiais.

Em conversa pelo telefone com o site Paramirim Eventos, o paramirinhense Marcos Antônio Ribeiro Batista, 49 anos, residente em Jackson Ville, revelou que o Furacão não chegou com intensidade total na cidade por ter sofrido um pequeno desvio na sua trajetória antes de atingir a costa da Flórida, fato que ele considera como uma interferência das mãos de Deus.

Acrescentou o Sr. Marcos Batista, há nove anos radicado naquele país, os moradores da cidade diante das informações repassadas pelos órgãos do governo receberam a notícia da passagem do fenômeno, embora cientes das suas dimensões, com muita naturalidade, mas sempre respeitando as recomendações divulgadas pela televisão. ” Os que residiam mais próximos do litoral buscaram abrigos em hotéis, outros foram para cidades mais distantes.” A maior parte da população estocou alimentos, água e combustível. Vários bairros ficaram sem energia por mais de dois dias.

Disse ainda que pelo fato de morar no centro da cidade, um pouco mais distante da praia, encarou o vendaval sem sair de casa, pois sabia que se achava em lugar seguro e confiante nas informações das autoridades, mesmo assim, considerou a situação bastante assustadora pela força com que o vento fustigava o lado externo das casas.

Do seu Facebook retiramos a seguinte declaração:

“ Boa noite meu amigo, td bem? A coisa aqui foi meio feia, mas graças a Deus na parte da cidade, onde moro foi mais leve. Caíram árvores, cercas, muitas sujeiras nas ruas. Mas na região da praia foi muito complicado. Fui lá hoje, já estão limpando tudo. Amanhã nem vai parecer que houve alguma coisa exceto, uma parte do píer que foi destruído”. ”

Foto retirada do Facebook:

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