Agência dos Correios de Paramirim é assaltada mais uma vez

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Agência dos Correios de Paramirim é assaltada mais uma vez

Os casos de roubos e assaltos que ultimamente vêm ocorrendo em Paramirim deixam transparecer que a sua população está se tornando cada vez mais refém da marginalidade.

O assalto-relâmpago acontecido ontem por volta das 14.30h na agência dos correios local, sempre com o mesmo modo operando dos anteriores, é simplesmente mais um caso dentre vários outros já constatados.

Na lista das repartições públicas e particulares já visitadas pelos larápios estão supermercados, lojas de celulares, farmácias, depósitos de bebidas e material de construção, a casa lotérica, residências particulares, sem se falar no sofrido bolso do trabalhador rural na feira livre da cidade.

Com relação à repartição dos Correios sabe – se que esta já foi arrombada, roubada e assaltada várias vezes, desde a inauguração do novo prédio em 1993.

Nada em Paramirim passa ileso ante a ação dos amantes do alheio, nas estradas, como no tempo dos salteadores, nas fazendas, nas residências de pacatos camponeses, várias ocorrências já foram registradas. Tudo isso, sem se falar que a agência local do Banco do Brasil já foi assaltada pela quarta vez. Recentemente, um cidadão, quando se dirigia à feira-livre passou pela humilhação de um assalto à mão armada, tendo que entregar todo o dinheiro que trazia no bolso destinado à compra dos suplementos da semana.

Curioso é que o modo de operar o roubo é quase sempre o mesmo. Uma moto, rosto ocultado por capacete, um motoqueiro, um carona, arma de fogo e muita audácia dos meliantes em plena luz do dia. Diante disso a população de Paramirim vai se tornando refém, arcando com prejuízos e correndo riscos de vida, mesmo sabendo que segurança pública é um dever do estado e direito do cidadão.

Assim, os roubos e assaltos vão se repetindo na cidade, envolvendo mesmos elementos: dois homens, dois capacetes, duas armas de fogo, sobre duas rodas.

Não é mais possível aceitar esta indigesta realidade. Ontem foi a agência dos correios, dias atrás um feirante na estrada do Grama, posteriormente um deposito de bebidas, hoje ou amanhã poderá ser qualquer um de nós. É preciso que se faça alguma coisa além daquilo que está sendo feito para conter o avanço desta epidemia. É preciso que se faça alguma coisa antes mesmo que por conta disso e por tudo isso a cidade de Paramirim venha perder o simpático apodo de terra de boa gente e passe a ser tachada de terra dos assaltados. Motivos para isso não faltam.

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